IGREJA E DENOMINAÇÃO PORQUE TANTA DIFERENÇA

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

MATÉRIA DE TEOLOGIA - ESCATOLOGIA I

ALUNO DO CRISTO, AMANTE DA VIDA, AMIGO DO HUMANO, ADMIRADOR DA CRIAÇÃO, AUXILIAR DA SOCIDADE.


ESCATOLOGIA

Definição do termo:
O termo escatologia deriva-se do grego (eschatos), com sentido de “ultimo” que significa “palavra, mensagem, conhecimento”. Trataremos de escatologia bíblica, já que ela pode ser extra bíblica.
Sendo assim, escatologia e o estudo doutrinário que trata dos últimos eventos da história bíblica, incluindo o que diz respeito ao fim do mundo presente e ao mundo vindouro. Os fatos que estão acontecendo e vão acontecer são parte do eterno plano divina através dos séculos. Esse plano é revelado nas escrituras por meio de várias passagens, por exemplo: “Acaso, não ouviste que já há muito dispus eu estas coisas, já desde os dias remotos o tinha planejado?
Agora, porém, as faço executar e eu quis que tu reduzisses a montões de ruinas de cidades fortificadas” (Reis 19:25). Dessa passagem podemos depreender que Deus tem um plano elaborado. Entretanto, o termo escatológico é frequentemente aplicado a toda esta época, pois.

MORTE

A bíblia tem muito a falar sobre a morte, porem pouco a revela sobre a vida pós-morte. No Antigo Testamento encontramos várias declarações sobre a brevidade e a fragilidade da vida. Jó, em aflição, disse “Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão e perecem sem esperança. Lembra-te de que a minha vida é como o vento; os meus olhos não tornaram a ver o bem” (Jó 7:6-7). Davi falou da morte como o “caminho de toda terra” (I Reis 2:2) e do outro período da vida: “porque o homem, são seus dias como a erva; como a flor do campo, assim floresce; pois, passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não conhece mais” (Salmos 103:15-16).

MORTE FÍSICA

Ocorre quando a alma se separa do corpo, ao mesmo tempo em que sucede a transição do mundo visível para o invisível. Para alguns grupos religiosos a morte é o fim de todas as coisas, não existindo nada depois desse fato.
Para o cristão, a morte determina sua entrada no Paraíso, na presença de Jesus Cristo, como disse o apostolo Paulo, em (I Coríntios. 5:1,8) Da mesma forma, a morte para o incrédulo e sua entrada no Hades (Lucas 16:22-23; Mateus 10:28; Apocalipse 20:13).
A morte física não determina o fim da existência, mas apenas estabelece uma mudança de estado, ou seja, do material para o espiritual. Ainda que todos os homens morram fisicamente, a redenção por meio de Cristo livra o ser humano do poder da morte, como está escrito: “E que é manifesta, agora, pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe a luz a vida e a incorrupção pelo evangelho” (II Timóteo 1:10).

MORTE ESPIRITUAL

Deus ordenou a Adão: “De toda árvore do jardim comeras livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comeras; porque, porque no dia em que comeres, certamente morreras”. Adão desobedeceu, porém continuou vivo. A consequência direta do pecado de Adão foi a morte espiritual, que a separação da alma em relação a Deus. Todos os descendentes de Adão nascem espiritualmente mortos em delitos e pecados (Efésios 2:1). Quando um indivíduo reconhece seu estado de alienação, arrepende-se de seus pecados, e se entrega a Cristo por meio da fé, ele passa da “morte para a vida” (I João 3:14).
Fisicamente, Adão morreu com 930 anos (Genesis 5:5). Logo, a palavra morte pode ser empregada como separação e está separação de Deus ocorre naqueles mesmo dia. Esta morte e a que tem passado a toda humanidade. Vejamos o emprego da palavra morte no sentido de separação espiritual de Deus.
Vide textos:( Mateus 8:22; Lucas 15:24; Efésios 2:1; 2:5; I Timóteo 5:6; I João 3:14 e Apocalipse 3:1).

MORTE ETERNA

Depois da morte física, existem dois caminhos: os que aceitaram o plano de Deus receberão a
Vida eterna, porem aqueles que não se arrependeram de seus pecados entram na segunda morte, a eterna. Tiago refere-se a morte ao dizer: “Irmãos, se alguém entre vos se tem desviado da verdade, e alguém o converter, saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador salvara da morte uma alma e cobrira uma multidão de pecados” (Tiago 5:19-20).
A morte da qual se referiu Tiago não é a morte física, pois muitos Cristãos já experimentaram, entretanto ele estava falando sobre a segunda morte. (Atos 24:15), o salvo não recebera o dano da segunda morte, (Apocalipse 2:11; Apocalipse 20:14-15; Apocalipse 21:8).

ESTADO INTERMEDIÁRIO

O estado intermediário é o período que transcorre entre a morte e ressureição. As Escrituras deixam evidente que os mortos permanecem conscientes, tanto justos quanto ímpios, antes da ressurreição. No estado intermediário a Alma não possui corpo, embora este estado seja de regozijo consciente dos justos e de sofrimento consciente dos ímpios. Há uma diferenciação entre o estado intermediário dos ímpios e o dos justos, conforme poderemos observar.

DOS IMPIOS

No Antigo Testamento, o lugar da vida após a morte para o ímpios é, na grande maioria das vezes, chamado (sheol), Traduzido em algumas Bíblias por “inferno” ou “sepultura”. Também é identificado pela palavra (‘abaddon), “o lugar da destruição”, como em Jó 26:6; 31:12; Salmos 88:11; Provérbios 27:20, e também pelo vocábulo (bar) “abismo”, “cova”, literalmente uma “cisterna”.
Algumas seitas, como Testemunhas de Jeová, os Adventistas do Sétimo Dia e os Espiritas Kardecistas, bem como alguns escritores cristãos, defendem a ideia de que a palavra sheol significa “sepultura” Três Passagens das escrituras são usadas para defender tal posição: Salmos 6:5; 115:17-18 e Isaías 38:17-19. Esta concepção não prevalece diante de vários textos das escrituras que se refere a tal termo. Frequentemente sheol é descrito como um abismo que faz contraste com as alturas do céus. (Jó 11:8; Salmos 139:8; Amós 9:2).
DOS JUSTOS
Para os judeus, tanto os justos quanto os ímpios iam para o sheol, devido ao fato de Jacó Genesis 37:35, em luto, ter dito que desceria ao sheol. No Novo Testamento o destino final dos seres humanos se torna mais claro. Jesus, em (Lucas 16:10-31; Provérbios 15:24).

O ARREBATAMENTO

Jesus prometeu que voltaria para arrebatar a sua igreja, como está escrito: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus credes também em mim Deus, crede também em mim. Na casa do meu pai há muitas moradas. (João 14:1-3), Paulo acrescenta: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro (I Tessalonicenses 4:16-17)

TEORIAS DO ARREBATAMENTO

Entre os estudantes das Escritura não há unanimidade quanto ao tempo do arrebatamento. Mostraremos as posições dentro do pré-milenismo com respeito à ocasião do arrebatamento em relação ao período da tribulação.
Pre-tribulacionismo – esta posição ensina que a Igreja será tirada antes de iniciar a tribulação. Mas interpretação é atualmente a mais aceita e que melhor se ajusta no contexto profético das Escrituras.
Arrebatamento Parcial – esta posição ensina que o arrebatamento ocorre antes da tribulação, mas apenas os crentes “preparados” serão levados, ao passo que outros crentes permanecerão na terra durante a tribulação para serem provados e purificados mediante grandes sofrimentos (sendo arrebatados posteriormente). Esta posição tem sido pouco adotada devido a sua semelhança com a doutrina católica do purgatório, segundo a qual o sofrimento pode purgar os pecados.
Mesotribulacionistas – como o nome sugere, esta posição ensina que todos os crentes serão arrebatados na metade da tribulação (depois dos primeiros três anos e meio). Existem vários argumentos a favor, como também contra, de cada uma das posições mencionadas. Para uma melhor compreensão do assunto sugerimos que o aluno busque em outras fontes.
Pré-tribulacionista
De acordo com a leitura pre-tribulacionista, a Bíblia menciona dois eventos distintos um do outro, em que as pessoas fazem muita confusão. Primeiramente, há necessidade de se distinguir arrebatamento da segunda vinda (manifestação física e pessoal de Jesus). No primeiro momento, no arrebatamento, ele vira “para os seus” (João 14:3) e no segundo momento, na sua volta, virá “com os seus (Zacarias 14:5b; I Tessalonicenses 3:13; Judas 14).
Feitas essas considerações, vejamos o que significa o termo arrebatamento. Vem do verbo arrebatar, que significa:

Tirar com violência ou força; arrancar
Levar, desprender, de um ímpeto
Raptar
Impelir, conduzir
Enlevar, extasiar
Apossar-se por força ou violência; roubar
Provocar, suscitar; arrancar.

Por meio termos concluímos que a Igreja será tirada de modo singular, rápido e inesperado. Durante esse evento, os fiéis a Cristo Jesus, de todas as épocas, serão transformados; os vivos serão trasladados sem ver a morte, ao passo que os que já partiram em Cristo serão ressuscitados, conforme Paulo escreveu (I Tessalonicenses 4:13-18). Assim que Jesus aparecer nos céus se iniciara a última semana profética da qual Daniel fez menção em seus escritos (Daniel 9:24).
Pós-tribulacionista
De acordo com a visão pós-tribulacionista, a igreja passa pela grande tribulação. Tribulação sempre fizeram parte da história da Igreja (João 16:33). Após mencionar a grande tribulação (Mateus 24:21), Jesus afirmou que sua vinda ocorreria após este evento: “E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potencias dos céus serão abaladas. Então aparecera no céu o sinal do filho do homem; Mateus 24:29-31 a mesma sequência de eventos (tribulação, sinais cósmicos e arrebatamento) ocorre nos três evangelhos sinópticos. (Mateus 24; Marcos 13; Lucas 21).
A volta de Jesus não pode ser dividida em duas fases: na sua vinda todo o olho o verá (Apocalipse 1:7). Não existe volta invisível de Jesus, pois a própria Igreja aguarda a sua manifestação (I Timóteo 6:14; Tito 2:13). Não se pode afirmar que os 144 mil serão pregadores durante a grande tribulação (Apocalipse 7:1-8; 14:1-3. A grande tribulação não é a expressão da ira de Deus contra a igreja (I Tessalonicenses 1:10), mas a revelação do anticristo (II Pedro 2:7-8. A vinda de Cristo é a nossa união com Ele não ocorrerão antes da revelação do anticristo (II Tessalonicenses 2:1-5) que perseguira a Igreja (Daniel 7:25-27); Apocalipse 13:10) e será derrotado pelo Cordeiro (II Tessalonicenses 2:8).

SINAIS INDICATIVOS DO ARREBATAMENTO

Jesus disse que sua vinda seria precedida de sinais, (Mateus 24:22)
Falsos Cristo (Mateus 24:24)
Guerras e rumores de guerras (Mateus 24:6)
Fome (Mateus 24:7)
Terremotos (Mateus 24:7)
O avanço da ciência (Daniel 12:4)
A multiplicação da iniquidade (Mateus 24:12)
Dias de grandes metrópoles (Genesis 4:17)
Dias de avanços tecnológicos (Genesis 4:22)
Dias de promiscuidade (Genesis 6:1-2)
Dias de maldade (Genesis 6:5)
Dias de degradação natural (Genesis 6:12)
Dias de violências (Genesis 4:23)
Apostasia (II Tessalonicenses 2:3).

TRIBUNAL DE CRISTO
Logo depois do arrebatamento da igreja por Jesus Cristo, e antes da entrada nas bodas do cordeiros, haverá o julgamento, não para salvação, mas para prestação de contas, como na parábola dos talentos (Mateus 25:14).
Esse momento será de avaliação das obras realizadas por meio do Corpo em prol do evangelho. O Apostolo Paulo ensina isso nos textos a seguir:
Romanos 14:10
II Coríntios 5:10
I Coríntios 3:13-15
Esse julgamento é chamado de “tribunal de Cristo”, e ali cada um será galardoado ou não, de acordo com o que fez. Cada crente está construindo sobre o fundamento, o qual é Cristo Jesus, durante a vida e serviço, tudo será julgado. Exemplo: nossas palavra, nossos atos, nossos motivos, nossas atitudes, nosso caráter, nosso sofrimento, o uso dos dons espirituais, a administração dos bens matérias e do dinheiro (Mateus 5:22; 12:36-37; Marcos 4:22; Romanos 2:5-11,16; I Coríntios 3:13; 4:5; 13:3; Efésios 6:8).
Os salvos receberão cinco espécie de coroas:
Coroa de glória (I Pedro 5:4)
Coroa Incorruptível (I Coríntios 9:25
Coroa de Alegria (Filipenses 4:1)
Coroa de Justiça (II Timóteo 4:8)
Coroa da Vida (Tiago 1:12; Apocalipse 2:10)
Definição do termo “tribunal” no grego é (Bema), significando plataforma do orador, uma plataforma elevada ao ar livre quanto a “coroa” é (stephanos) no grego.

SETENTA SEMANAS DE DANIEL

O desfecho das setenta semana é mencionado em (Daniel 9:24-27)

TRIBULAÇÃO

Jesus narrou esse acontecimento em Mateus 16:21.  
Ao mesmo tempo em que o Céu está em festa decorrente da chegada triunfal de todos os remidos de todas as épocas, a terra estará a sofre uma tribulação sem precedentes na sua história.
A esse período de trevas pelo qual os habitantes da terra passarão, a Bíblia chama de “A grande Tribulação”
Será um período de 7 anos, durante os quais o Anticristo (a Besta) e o Falso Profeta, assumirão o governo do mundo, e quando as taças da ira divina estão sendo derramadas sobre os que habitam na terra.

Elas serão um período de indescritível horror. A igreja porem, estará em gozo no monte da salvação de Deus.
SETE ANOS
A grande tribulação abrangera um período de sete anos, dos quais os piores serão os últimos três anos e meio.
Quando a este período, diz a Escritura que o Anticristo proferira palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidara em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo (Daniel 7:25).
O sofrimento nesse tempo será de tal maneira que se durasse mais tempo, ninguém escaparia com vida.
A segunda fase da Grande Tribulação (últimos três anos e meio) será quando o Anticristo romper sua aliança feita com os judeus, e começar a persegui-los (Isaias. 28:15,18).
Tal fato ocorrerá quando ele exigir adoração e os judeus se recusarem a presta-la. Os santos perseguido pela besta, referidos em (Daniel 7:21,25; Apocalipse 13:7), são em primeiro plano os Judeus e secundariamente os gentios crentes, os quais sofrerão o martírio por causa do nome de Jesus Cristo por se negarem o sinal da besta.
Rompida a sua aliança com os judeus, o anticristo romperá com a igreja apostata que lhe deu sustentação religiosa até então, e a destruirá (Daniel 9:27.
Havendo destruído a igreja falsa, o Anticristo Implantará o sistema de adoração de si mesmo.
A BATALHA DO GOGUE E MAGOGUE
Envolvera somente os países do Oriente
O Egito não fara parte
Acontecera logo após o arrebatamento
A Rússia vai liderar
Nesse momento o Anticristo se levantara para livrar a Israel
A partir daí Israel fara um pacto com o Anticristo.
QUEM SERA O ANTICRISTO?
O Anticristo será um gentio que se levantara dentre as nações. Com o apoio dos governantes do mundo da época, exercera domínio sobre todos os povos, com a proposta de estabelecer a ordem em meio a desordem e a confusão causadas no mundo por causa do inexplicável desaparecimento de milhões de pessoas decorrente do arrebatamento da igreja.
Será um homem de carne e osso, personificando o Diabo, porem apresentando-se como se fosse Deus. Ele será um personagem detentor duma habilidade e capacidade de operar o mal até então desconhecida.


Sua capacidade de operar o mal e afligir as pessoas só pode ser comparada a maldade do próprio Diabo, seu mentor espiritual.
O desolador
O homem do pecado
O filho da perdição
O iníquo
A BESTA
A Bíblia diz três coisas sobre a Besta: seu nome, seu número e sua marca.
No momento, só o seu número é revelado; 666. A pessoa e o nome só serão revelados após o arrebatamento da igreja.
O número 6 repetido três vezes em relação a Besta, fala da suprema exaltação do homem, cujo número da numerologia bíblica é 6. O 6 três vezes, pode significar o homem exaltando-se a si mesmo como se fosse Deus, o exemplo do que fez lúcifer no princípio.
QUEM SÃO AS DUAS TESTEMUNHAS?
As duas testemunhas é um assunto que a o longo do tempo vem sendo especulada.
Surge então várias conjecturas tais como?
O Antigo Testamento e o Novo Testamento?
A Palavra e o Espirito Santo?
Dois simples homens da Atualidades?
Moisés e Elias – porque foram especiais
Enoque e Elias – porque não morreram?
Tudo isso é especulação
É pouco provável que aqueles santos (Moisés, Elias ou Enoque) depois de séculos de bem-aventurança no céu, sejam enviados para terra para dar testemunho aos judeus e gentios.

OS 144.000 SELADOS

Em Apocalipse 7:14 trata desse grupo de judeus, salvos (pela pregação das duas testemunhas) durante a Grande Tribulação para testemunharem de Cristo em lugar da Igreja. O Grupo está na terra, a qual é mencionada nos versículos 1 e 3.
Certamente é o cumprimento do que está predito em (Isaias 66:19).
A referência de Apocalipse 14:1-5, trata-se, pois do mesmo grupo de 144.000 judeus selados, visto que na terra, no capitulo 7 de Apocalipse.


Veja a referência Apocalipse 7:5-8
De Judá 12.000
De Rubem 12.000
De Gade 12.000
De Aser 12.000
De Naftali 12.000
De Manassés 12.000
De Simeão 12.000
De Levi 12.000
De Issacar 12.000
De Zebulom 12.000
De José 12.000
De Benjamim 12.000
E a tribo de Efraim e a tribo de Dã?
Entre as doze tribo arroladas nesses versículos, não aparece Dã e Efraim. Seus nomes são substituídos pelos de José e Levi.
Dã e Efraim são omitido por causa de sua terrível idolatria, imoralidade e roubalheira.
Dã, foi a primeira tribo a cair no pecado de idolatria. (Juizes 18:14-20,30,31; I Reis 12:28-30)
O procedimento de Efraim não foi diferente (Oseias 4:17; 7:8; 11:12; 13:1,12)
Nesse caso Dã e Efraim passarão pela grande tribulação, porque não foram selados aqui, pois o selo é a proteção de Deus.
Certamente eles crerão na Grande Tribulação (Ezequiel 48:2,6)
OS SETE SELOS
No capítulo 6 de Apocalipse, o cordeiro abre os primeiros seis selos. Ao ser aberto o sétimo selo no capitulo 8 de Apocalipse, ouvem-se 7 trombetas, também de juízos sobre a terra. Por sua vez, ao ser tocada a sétima trombeta, no capítulo 11, esta da início aos piores juízos da Grande Tribulação, que são as das taças da ira de Deus, anunciada no capítulo 15 e executada no capítulo 16.
Em suma do último selo saem as 7 trombetas, e da última trombeta saem as 7 taças.
O Primeiro selo um cavalo branco, que representa um período de falsa paz (I Tessalonicenses 5:3)
O Segundo selo cavalo vermelho fala do sangue que será derramado naquele dia


O Terceiro selo um cavalo preto fala da fome que será tremenda naquele dia
O Quarto selo um cavalo amarelo fala da morte que será assustadora naquele dia
O Quinto selo almas debaixo do altar fala dos santos que deram suas vidas
O Sexto selo um grande tremor de terra fala das coisas terríveis que viram
O Sétimo selo um silencio de quase meia hora. Aqui se faz menção das trombetas que seguirão

Elaboração: Pastor Edivaldo Pereira
Teologo e professor da FAESP e FAETESP


                                                                                                                                                 


































Um comentário:

  1. Passei e encontrei o seu blog, estive a ver e ler algumas coisas, não li muito, porque espero voltar mais algumas vezes, mas deu para ver a sua dedicação e sempre a prendemos ao ler blogs como o seu.
    Se me der a honra de visitar e ler algumas coisas no Peregrino e servo ficarei radiante, deixe um comentário, e se desejar fazer parte de meus amigos virtuais, esteja à vontade, irei retribuir.
    Mas por favor não se sinta coagido, siga apenas se desejar. Muita paz.
    António.
    http://peregrinoeservoantoniobatalha.blogspot.pt/

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